Com foco em crescimento e diferenciação, marcas como a Sorvetes Los Los mostram como o co-branding evoluiu de ação pontual para estratégia estruturada de marketing e negócios
Em um cenário em que marcas disputam atenção e relevância de forma cada vez mais intensa, o co-branding ainda faz sentido em 2026? A resposta, para especialistas e empresas que vêm apostando nesse modelo, é sim, mas com uma mudança importante de perspectiva: mais do que uma tendência ou ação pontual, a estratégia passou a ocupar um papel direto no crescimento e na construção de valor das marcas.
O conceito, que se baseia na união estratégica entre duas empresas para o desenvolvimento de produtos ou experiências, evoluiu nos últimos anos. Hoje, o foco está na complementaridade de atributos e na capacidade de gerar conexão real com o consumidor. Quando bem executado, o co-branding amplia alcance, fortalece posicionamento e cria soluções que dificilmente seriam construídas de forma isolada. Para que funcione, no entanto, é preciso ir além da simples associação de nomes. Alinhamento de valores, compatibilidade de público, coerência entre produto e proposta e capacidade de execução são fatores determinantes.
Um exemplo prático dessa estratégia como motor de crescimento vem da Sorvetes Los Los. Logo no início da operação, a marca apostou no desenvolvimento de um protótipo inspirado na bala 7 Belo, da Arcor, um produto carregado de memória afetiva para o público brasileiro.
Logo, a Los Los passou a estruturar o co-branding como parte central de sua estratégia, com parcerias com marcas como Nanica Brasil, Arcor, Doce de Leite Aviação e Nutty Bavarian. A lógica se manteve: transformar sabores já presentes no imaginário do consumidor em novas experiências, potencializando experimentação, visibilidade e desempenho no ponto de venda.
“Hoje, o co-branding é uma das formas mais eficientes de crescer combinando branding e resultado. Quando existe sinergia real entre as marcas, conseguimos acelerar o acesso a novos públicos, aumentar a taxa de experimentação e gerar impacto direto em vendas. No nosso caso, começamos validando essa estratégia com o 7 Belo e entendemos que havia uma oportunidade de transformar memória afetiva em diferencial competitivo.” afirma José Vicente Mazzarella, CEO e criador da Sorvetes Los Los.
Portanto, o avanço do co-branding como estratégia está diretamente ligado à pressão por eficiência nas áreas de marketing. Mais do que criar algo novo, trata-se de potencializar o que já possui reconhecimento, encurtando o caminho entre interesse e conversão.
Esse movimento também muda a forma como o sucesso dessas iniciativas é avaliado no mercado, o co-branding passa a ser analisado pela sua capacidade de integrar branding e performance.
Assessoria de Imprensa Brasil
Cris Moraes Comunicação Inteligente
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